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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Onde as crianças dormem...


James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando os quartos infantis por onde passava. As fotografias foram depois compiladas em um livro intitulado Onde as criança dormem.



 Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre um e outro espaço do sono é impressionante.  




Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.

O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas-. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro pensem como agir para diminuir esta diferença.

Lamine, 12 anos, vive no Senegal. As camas são básicas, apoiadas por alguns tijolos. Aos seis anos, todas as manhãs, os meninos começam a trabalhar na fazenda-escola onde aprendem a escavação, a colheita do milho e lavrar os campos com burros. Na parte da tarde, eles estudam o Alcorão. Em seu tempo livre, Lamine gosta de jogar futebol com seus amigos.



Tzvika, nove anos, vive em um bloco de apartamentos em Beitar Illit, um assentamento israelense na Cisjordânia. É um condomínio fechado de 36.000 Haredi. Televisões e jornais são proibidos de assentamento. A família média tem nove filhos, mas Tzvika tem apenas uma irmã e dois irmãos, com quem divide seu quarto. Ele é levado de carro para a escola onde o esporte é banido do currículo. Tzvika vai à biblioteca todos os dias e gosta de ler as escrituras sagradas. Ele também gosta de brincar com jogos religiosos em seu computador. Ele quer se tornar um rabino, e sua comida favorita é bife e batatas fritas.


Jamie, nove anos, vive com seus pais e irmão gêmeo e sua irmã em um apartamento na quinta Avenida em Nova Iorque. Jamie frequenta uma escola de prestígio e é um bom aluno. Em seu tempo livre, ele faz aulas de judô e natação. Quando crescer, quer se tornar um advogado como seu pai.


Indira, sete anos, vive com seus pais, irmão e irmã, perto de Kathmandu, no Nepal. Sua casa tem apenas um quarto, com uma cama e um colchão. Na hora de dormir, as crianças compartilham o colchão no chão. Indira trabalha na pedreira de granito local desde os três anos. A família é muito pobre para que todos tenham que trabalhar. Há 150 crianças que trabalham na pedreira. Indira trabalha seis horas por dia além de ajudar a mãe nos afazeres domésticos. Ela também freqüenta a escola, a 30 minutos a pé. Sua comida preferida é macarrão. Ela gostaria de ser bailarina quando crescer.



Kaya, quatro anos, mora com os pais em um pequeno apartamento em Tóquio, Japão. Seu quarto é forrado do chão ao teto com roupas e bonecas. A mãe de Kaya faz todos os seus vestidos e gostos -Kaya tem 30 vestidos e casacos, 30 pares de sapatos, perucas e um sem contar de brinquedos. Quando vai à escola fica chateada por ter que usar uniforme escolar. Suas comidas favoritas são a carne, batata, morango e pêssego. Ela quer ser cartunista quando crescer.



Douha, 10, mora com os pais e 11 irmãos em um campo de refugiados palestinos em Hebron, na Cisjordânia. Ela divide um quarto com outras cinco irmãs. Douha freqüenta uma escola, a 10 minutos a pé, e quer ser pediatra. Seu irmão, Mohammed, matou 23 civis em um ataque suicida contra os israelenses em 1996. Posteriormente, os militares israelenses destruíram a casa da família. Douha tem um cartaz de Maomé em sua parede.


Jasmine (Jazzy), quatro anos, vive em uma grande casa no Kentucky, EUA, com seus pais e três irmãos. Sua casa é na zona rural, rodeada por campos agrícolas. Seu quarto é cheio de coroas e faixas que ela ganhou em concursos de beleza. A garota já participou de mais de 100 competições. Seu tempo livre é todo ocupado com os ensaios. Jazzy gostaria de ser uma estrela do rock quando crescer.


A casa para este garoto e sua família é um colchão em um campo nos arredores de Roma, Itália. A família veio da Romênia de ônibus, depois de pedir dinheiro para pagar as passagens. Quando chegaram em Roma, acamparam em terras particulares, mas foram expulsos pela polícia. Eles não têm documentos de identidade, de forma que não conseguem um trabalho legal. Os pais do garoto limpam pára-brisas de carros nos semáforos. Ninguém de sua família foi um dia para a escola.





Dong, nove anos, vive na província de Yunnan, no sudoeste da China, com seus pais, irmã e avó. Ele divide um quarto com a irmã e os pais. A família tem uma propriedade que permite cultivar quantidade suficiente de seu próprio arroz e cana de açúcar. A escola de Dong fica a 20 minutos a pé. Ele gosta de escrever e cantar. Na maioria das noites, ele passa uma hora fazendo o seu dever de casa e uma hora assistindo televisão. Dong gostaria de ser policial.


Roathy, oito anos, vive nos arredores de Phnom Penh, Camboja. Sua casa fica em um depósito de lixo enorme. O colchão de Roathy é feito de pneus velhos. Cinco mil pessoas vivem e trabalham ali. Desde os seis anos, todas as manhãs, Roathy e centenas de outras crianças recebem um banho em um centro de caridade local, antes de começar a trabalhar, lutando por latas e garrafas de plástico, que são vendidos para uma empresa de reciclagem. Um pequeno lanche é muitas vezes a única refeição do dia.





Thais, 11, mora com os pais e a irmã no terceiro andar de um bloco de apartamentos no Rio de Janeiro, Brasil. Ela divide um quarto com a irmã. Vivem nas vizinhanças da Cidade de Deus, que costumava ser conhecida por sua rivalidade de gangues e uso de drogas. Thais é fã de Felipe Dylon, um cantor pop, e tem pôsteres dele em sua parede. Ela gostaria de ser modelo.


Nantio, 15, é membro da tribo Rendille no norte do Quênia. Ela tem dois irmãos e duas irmãs. Sua casa é uma pequena barraca feita de plástico. Há um fogo no centro, em torno do qual a família dorme. As tarefas de Nantio incluem cuidar de caprinos, cortar lenha e carregar água. Ela foi até a escola da aldeia por alguns anos, mas decidiu não continuar. Nantio está esperando o seu moran (guerreiro) para casar. Ela só tem um namorado no momento, mas não é incomum para uma mulher Rendille ter vários namorados antes do casamento.




Joey, 11, mora em Kentucky, EUA, com seus pais e irmã mais velha. Ele acompanha regularmente o seu pai em caçadas. Ele é dono de duas espingardas e uma besta, e fez sua primeira vítima -um cervo- quando tinha sete anos. Ele está esperando para usar sua besta durante a temporada de caça seguinte. Ele ama a vida ao ar livre e espera poder continuar a caçar na idade adulta. Sua família sempre come carne de caça. Joey não concorda que um animal deve ser morto só por esporte. Quando não está caçando, Joey freqüenta a escola e gosta de ver televisão com o seu lagarto de estimação, Lily.





Ernesto tem 9 anos, fala 4 línguas, vive com seus pais em um sítio na Itália, divide seu quarto com mais 3 irmãos.




Fonte: James Mollison.

http://www.jamesmollison.com/wherechildrensleep.php


http://issuu.com/chrisboot/docs/where_children_sleep_by_james_mollison

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Uso de remédios sem conhecer os efeitos colaterais.

http://www.slogbox.com/pt/slog/o+que+%C3%A9+e+para+que+serve+paracetamol
Nos dias atuais é muito comum a automedicação.
O que traria efeitos colaterais de toda ordem, uma vez que a pessoa
planeja livrar-se das dores sem conhecer os sintomas extras.

Muitas vezes o remédio é com receita médica, mas não é informado
ao paciente que existem momentos corretos e para que serve o uso em fases especiais, o uso contínuo e os efeitos que somam a outros medicamantos.

A potencialização de algumas drogas eleva o risco de vício de se utilizar
porque fez bem da outra vez, ou fez bem a outro.

Importante perguntar ao médico os fundamentos, tempo de uso e pesquisar
quanto a efeitos colaterais, se acaso ocorrempoderão ser alertados a uma segunda opinião médica.

Um exemplo muito comum, nas home-farmacias, creio que muitos
fazem uso de remédios como AAS, remédios para dores e não conhecem os reais problemas. Existem muitos sites de pesquisas, deixo em link:

Slog sobre o que é e para que serve paracetamol


o que é e para que serve paracetamol por Cadim
Aú vai...

O QUE É
antiinflamatório esteróide; corticosteróide; imunossupressor; [glicocorticóide].
para QUE SERVE
inflamação; imunossupressão.
COMO SE USA
Uso Injetável
• para aplicações via intramuscular (acetato e succinato) ou intravenosa (succinato).
• aplicar via intravenosa lentamente.
• aplicar via intramuscular no quadrante superior externo das nádegas, profundamente.
Succinato (por via intramuscular ou intravenosa)
• Adultos
iniciar com 10 a 40 mg, via intravenosa, lentamente (acima de 1 minuto). Dar doses subsequentes, aplicadas por via intramuscular ou intravenosa.
• Crianças
0,5 a 1,7 mg por kg de peso corporal a cada 24 horas.
Acetato (exclusivamente via intramuscular)
• Adultos
10 a 80 mg, cada 1 ou 2 semanas.

CUIDADOS ESPECIAIS
C
Não usar o produto nas seguintes condições
infecção fúngica sistêmica (exceto na insuficiência supra-renal); hipersensibilidade a corticosteróide; infecção bacteriana ou viral não controladas por agente antiinfeccioso (a não ser que haja risco de vida). A amamentação não é recomendada quando se usa altas doses.
Condições que exigem cautelosa avaliação profissional (Riscos x Benefícios)
AIDS; anastomose intestinal recente (cirurgia intestinal recente); cálculo renal; colite ulcerativa; diabetes mellitus; diverticulite; doença cardíaca; doença ou insuficiência hepática; esofagite; gastrite; glaucoma de ângulo aberto; herpes simplex ocular; hiperlipidemia; hipertensão; hipertireoidismo; hipoalbuminemia; hipotireoidismo; infecção sistêmica por fungos; infecção virótica ou bacteriana não controlada; insuficiência cardíaca congestiva; insuficiência renal leve a moderada; intolerância a corticosteróides; lesão herpética na boca; lúpus eritematoso sistêmico; miastenia gravis; osteoporose; sarampo; tuberculose; úlcera péptica; varicela.
Reações que o produto pode provocar (comunique-as ao seu médico)
(em negrito as reações que incidem em pelo menos 5% dos pacientes)
alteração de personalidade; aumento da necessidade de insulina e hipoglicemiantes orais em diabéticos; aumento de pressão arterial; aumento de pressão intracraniana; aumento na sudorese; catabolismo protéico; catarata (principalmente em criança); choque anafilático; convulsões; depressão; diarréia; distensão abdominal; dor de cabeça; eliminação de cálcio; eliminação de potássio; esofagite; euforia; fraqueza muscular; glaucoma (aumento da pressão intraocular); hipersensibilidade; inibição do crescimento fetal intra-uterino e infantil; insônia; insuficiência cardíaca; irregularidade menstrual; irritabilidade; lesão no estômago; lesão nos intestinos; manifestação de diabetes; mudança de humor; náusea; osteoporose; pancreatite; perda de massa muscular; psicose; reação tipo choque ou queda da pressão arterial; retardo na cicatrização; retenção de sal e líquidos; síndrome de Cushing (ganho de peso, cara de lua cheia, aumento da pressão arterial); úlcera péptica; urticária; vertigens. O produto pode mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem ocorrer.
Atenção ao utilizar outros medicamentos. Este produto:
• pode aumentar os riscos de toxicidade do fígado de: acetaminofeno (paracetamol).
• pode aumentar os riscos de ulceração gastrintestinal ou hemorragia com: álcool; anticoagulantes (cumarínicos e derivados da indandiona); estreptoquinase; uroquinase.
• pode agravar a queda de potássio no sangue com: anfotericina B (injetável); inibidores da anIdrase carbônica.
• pode aumentar o risco de edema (inchaço por retenção de líquidos) com: esteróides anabólicos; androgênios.
• pode ter sua ação diminuída por: antiácidos; efedrina; indutores das enzimas hepáticas.
• pode aumentar o risco de aumento da pressão intraocular com: anticolinérgicos (particularmente com a atropina).
• pode aumentar (e às vezes diminuir) a ação de: anticoagulantes (cumarínicos e derivados da indandiona).
• pode ter os sintomas adversos de distúrbios mentais aumentados com: antidepressivos tricíclicos.
• pode aumentar os níveis de glicose, pode exigir acertos de doses de: antidiabéticos orais; insulina.
• pode exigir acertos nas suas doses se forem utilizados: agentes antitireoidianos; hormônios da tireóide.
• pode aumentar o efeito hiperglicêmico de: asparaginase.
• pode ter sua ação e/ou efeitos tóxicos aumentados por: anticoncepcionais orais; estrogênios; troleandomicina.
• pode aumentar os riscos de arritmias e toxicidade digitálica com: digitálicos.
• pode diminuir a ação de: diuréticos; ácido fólico; isoniazida; mexiletina; salicilatos.
• pode aumentar os riscos de infecções e desenvolvimento de linfomas com: imunossupressores.
• pode aumentar os riscos de depressão respiratória de: bloqueadores neuromusculares.
• pode aumentar os riscos de edemas e aumento da pressão sangüínea com: medicamentos ou alimentos contendo sal.
• pode (se usado por longo prazo) diminuir a ação de crescimento de: somatrem; somatropina.
• pode aumentar os riscos de reações adversas de: vacinas de vírus vivos ou outras imunizações.
Outras considerações importantes
• não ingerir bebida alcoólica.
• fazer determinação de glicose no sangue e urina.
• monitorar o crescimento e desenvolvimento (em crianças ou adolescentes que utilizem o produto por longo tempo).
• checar função do eixo hipofisário - hipotalâmico supra-renal (a supra-renal pode ter sua função prejudicada).
• fazer exames oftalmológicos em indivíduos recebendo o produto por mais de 6 semanas.
• checar eletrólitos (sódio, potássio).
• fazer testes para detectar sangue oculto nas fezes (nos tratamento prolongados).