sexta-feira, 21 de julho de 2006

Passa uma Borboleta




Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor.


A. Caieiro
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quarta-feira, 5 de julho de 2006

Amor é


AMOR É...



Amor é... Balsamo
Amor é... Vida
Amor é... Cadafalso
Amor é... Despedida
Amor é... Raio de sol
Amor é... Brilho do luar
Amor é... Coração no anzol
Amor é... Cantar e chorar
Amor é... Plena felicidade
Amor é... Total dependência
Amor é... Maturidade
Amor é... Gritar independência
Amor é... Festa
Amor é... Ternura
Amor é... Amplexo
Amor é... Candura
Amor é... Brilho no olhar
Amor é... Cumplicidade
Amor é... Lágrima rolar
Amor é... Dividir intimidade
Amor é... Parar no meio da tarde
Amor é... Preparar a noite esperada
Amor é... Esperar sem alarde
Amor é... Sentir prazer na madrugada
Amor é... Tudo e nada
Amor é... Alegria e dor
Amor é... Estar junto mesmo separado
Amor é... Noite de frio e morrer de calor
Amor é... Coração descompassado
Amor é... Ter saudade até do que não se viveu
Amor é... Sentimento delicioso e engraçado
Amor é... Você e eu


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segunda-feira, 3 de julho de 2006

Daydreams/Comédia




Expressões coloridas




Formatos especiais
&
cores maravilhosas! !.....




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Sofie







Uma flor chamada Sofie... e suas variações....

Os cartões postais


Resumo :  O mundo de Sofia / Cartões postais


Passados alguns dias sem que Sofia nada recebesse do seu professor de filosofia e como ela estaria livre a partir da quinta-feira devido a um feriado, aceitou o convite de sua amiga Jorunn para acampar e escolheu, intencionalmente, um lugar próximo à cabana do major, pois ela pretendia ir lá novamente.


Chegando ao local, armaram a barraca e depois de organizarem tudo, fizeram um lanche. Sofia perguntou se Jorunn já tinha ouvido falar da cabana e convenceu a amiga a ir até lá. Depois de uma caminhada, avistaram o lago e a casa que parecia estar abandonada. Utilizaram o barco para irem para o outro lado e, desta vez, Sofia teve todo o cuidado de puxá-lo.


 


Quando entraram na casa estava muito escuro, mas Sofia tinha trazido fósforo e acendeu uma vela que lá havia. Então, chamou Jorunn para ver o espelho e lhe disse que era um espelho mágico. Nesse momento, Jorunn descobriu alguma coisa no chão da sala. Eram cartões-postais. Todos vinham do Líbano e estavam endereçados a Hilde Knag. Sofia teve um certo receio, pois seu nome poderia estar mencionado nos cartões (Jorunn não sabia sobre o filósofo nem sobre outros cartões que Sofia recebera ) mas começou a lê-los com a amiga. Eles falavam do aniversário de quinze anos de Hilde e sobre um misterioso presente que ela receberia. No entanto, no último cartão estavam mencionados os nomes de Sofia e Jorunn. Elas ficaram assustadas. Além disso, ainda havia um detalhe: era dezesseis de maio de mil novecentos e noventa e o cartão indicava a mesma data. Como aquilo era possível? Sofia disse que tinha algo a ver com o espelho mágico e Jorunn achou absurdo , mas não havia outra explicação. Ela ainda mostrou à amiga os dois quadros na parede -- Berkeley e Bjerkely. A vela já estava quase no fim. Jorunn queria ir embora e Sofia a seguiu mas, antes disso, resolveu levar o espelho consigo. As duas voltaram para o acampamento caladas.


Na manhã seguinte, após tomarem café, conversaram sobre os cartões-postais e caminharam de volta para casa. No outro dia, pela manhã,Sofia foi até seu esconderijo e encontrou outro envelope amarelo. Imediatamente começou a ler.


http://www.suigeneris.pro.br/literatura_mundodesofia.htm


Boa leitura!!!